Dependência Afetiva (ou Amorosa) – PARTE I

Bom dia mulherada!!!

Ontem escrevi sobre relacionamentos complicados e a dificuldade que algumas mulheres têm de terminar tais relações, mesmo que tragam muito sofrimento. Como é até bem comum vermos isso acontecer e como mulheres adoram falar de relacionamentos, hoje vim falar um pouco mais sobre a dependência afetiva (ou amorosa). Como o post ficou muuuito grande, ele está dividido em duas partes, tá?

Ao nascer, somos totalmente dependentes, tanto fisicamente quanto emocionalmente e é através das nossas vivências, experiências e aprendizados que iremos evoluir e nos desenvolver gradualmente, buscando nossa independência emocional. Quando nosso processo de crescimento emocional não acontece da forma adequada, lá na nossa infância, o resultado é que a pessoa sente um vazio, uma necessidade de atenção, de que algo ou alguém dê a ela a sensação de segurança e tranqüilidade.

Assim, a dependência, seja ela emocional, química, por comida, jogos e outros vícios, é resultado de um vazio interno que a pessoa sente e que ela tenta preencher externamente. Ou seja, o objeto da dependência serve como uma muleta ou uma cadeira de rodas com o qual a pessoa acredita piamente que necessita para se sentir completa.

Então, na dependência afetiva, o outro nada mais é que um meio para que a pessoa preencha suas necessidades de atenção, carinho e segurança, que não foram satisfeitas durante seu desenvolvimento inicial.

As pessoas dependentes afetivamente possuem baixa autoestima, se sentem sozinhas e tem medo da solidão, são inseguras, não confiam em si nem nos outros, são excessivamente carentes, ciumentas e possessivas, exigindo total atenção do próximo. São aquelas pessoas que precisam de aprovação o tempo todo, que não vê defeitos no objeto amado ou, quando vê, acredita que irá mudar.  São as pessoas que imitam os amigos, se vestem igual a eles e que se irritam quando outras pessoas entram na relação.

Esses comportamentos acabam por destruir não só a pessoa dependente, como também todas as suas relações, pois chega a ser sufocante lidar com as crises de ciúme ou com os dramas que a pessoa dependente faz, como jogos emocionais envolvendo culpa, condenação, ameaças e até mesmo tomar todo o tempo da outra pessoa. É o chamado “fazer o inferno”.

Meninas, amanhã continua, com o por que de pessoas emocionalmente dependentes não conseguirem terminar relacionamentos e qual o tratamento!

(…) Continue lendo AQUI

Beijos

Amanda (Amandacarvalho@patricinhaesperta.com.br )

Dependência Afetiva (ou Amorosa) – PARTE I
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Kalina Amaro

Sou jornalista, blogueira, louca por cosméticos e chocolate. ? Escrevo sobre um pouco de tudo que for relacionado ao universo feminino.. mas você vai ver meus posts mais na categoria beleza. Se esta dica foi útil pra você VOTE no meu post clicando na entrelinha ☝ acima, tá? Faça seu comentário abaixo. Beijos lindonas ?

3 Comments
  1. Quem passa por este tipo de situação sofre muito mesmo.
    Ser dependente do afeto dos outros também traz grande sofrimento para quem sente,não só para quem é o alvo.
    E o pior de tudo é que o dependente consegue o que mais teme,que é afastar aqueles a quem ele”ama”.
    Muito legal vc abordar este assunto aqui Amanda!

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