Redução de Mamas : Cuidando das Cicatrizes ( parte 2)

Sobre Ju Lopes

JULIANA LOPES – Baiana que detesta o calor, advogada, leonina até o último fio de cabelo, hiperativa, escreve sobre quase tudo e é viciada em cosméticos, maquiagem, livros, viagens e boas risadas. Já fez vários cursos, desde Astrologia a Feng Shui, seu hobby é escrever e ela dá pitacooo em tudo aqui no blog. Escreve nas colunas Saúde, Dieta, Beleza, Cabelos, Moda, Tamanho GG, Papo de Mulher, Livros e Tutorial de Maquiagem.

E-mail: Julianalopes@patricinhaesperta.com.br

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Além dessa misturinha, utilizava religiosamente protetor solar nas cicatrizes, e isso também foi muito importante, principalmente pra pigmentação, porque hoje é impossível dizer, tanto pelo toque como pela cor, que ali é uma cicatriz, porque ela ficou imperceptível, ao contrário de outras pessoas que conheço, que usaram somente o contractubex.

Se fizesse a cirurgia hoje, procuraria, também, uma fórmula com fator de crescimento, pois pelas fotos a que tive acesso, ele ajuda demais na cicatrização e na regeneração da pele.

A minha outra cicatriz, a que se rompeu, ficou hipertrófica, meio fundinha, mas tive toda paciência do mundo para recuperá-la.

Uma coisa que preciso contar é que nada, absolutamente nada, ajudou minha cicatriz a “fechar” durante os 6 meses seguintes à cirurgia…Usei TUDO que vocês puderem imaginar, coisas caras, muito caras e baratas, e nada ajudava..Era frequente, aliás, o tecido necrosar…

Foto: Reprodução

Lógico que isso me desesperava, porque precisava fazer curativos diários e não podia fazer um monte de coisas, já que meu T invertido abriu na base e a coisa ficou, literalmente, feia.

Novamente o que me ajudou foi um produto popular, chamado de Pomada Reclus.

Essa pomada, que é amarelona e tem um cheiro bem ruim, custa 4 dinheiros e vinha em um potinho pequeno, de tampinha verde e era comercializada, se não me engano, por uma  empresa chamada Amazonas, que tinha um índio na embalagem.

Essa pomada é muito utilizada para feridas abertas, daquelas que não fecham por nada, e é lógico que meu médico desaprovou, mas ela me foi indicada por tanta gente quew resolvi insistir, porque estava em um estágio em que testaria TUDO que me mandassem.

Resumindo, em três meses a “ferida” fechou completamente e eu sequer precisei fazer uma nova cirurgia para corrigir.

Tempos depois, quando o trauma passou, fui fazer carboxiterapia nessa cicatriz pra que ela ficasse com uma aparência melhor, e os resultados foram bons, mas notei uma diferença bem maior com o uso do Dermaroller, que é um aparelhinho cheio de micro agulhas.

Pretendo, daqui a algum tempo, corrigir essa cicatriz, por questão estética mesmo, mas ela não me causa nenhum trauma e nem nada parecido.

Tudo isso poderia ter sido bem diferente se eu não tivesse sido teimosa, inquieta e burra, né?

Mas tudo bem…

Ah, e pra quem pergunta se depois de tudo isso eu teria coragem de fazer uma cirurgia novamente, a resposta é a seguinte: COM CERTEZA, se fosse algo que me incomodasse!

Beijos

Ju

julianalopes@patricinhaesperta.com.br /https://www.facebook.com/JuLopesPE

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