Quando se Preocupar Com a Química Capilar?

Quando se Preocupar Com a Química Capilar?

Química Capilar
Quando se Preocupar Com a Química Capilar?

Quem já costuma fazer progressivas aliadas às colorações e/ou descolorações pode começar a se preocupar. Em algum momento a química capilar vai trazer problemas, e não propriamente por conta do produto, e sim por conta de submeter o fio às químicas constantes.

O problema é que nem cronograma capilar da jeito em cabelo saturado de química. Especialmente se os produtos utilizados nesse tratamento são comerciais e nada potentes nos nutrientes.

Não é a toa que dizem que o cronograma não funciona! Se na realidade, o cabelo está saturado de procedimentos químicos, nenhum programa de tratamento resolve todos os problemas do fio de um dia para outro. Há que se ter um programa de tratamento a longo prazo.

A química só é um mal quando o seu tempo de pausa não é seguido à risca.

É esse tempo que deve tratar o cabelo. Reconstruindo as áreas desnutridas, e fissuradas por conta de todos os problemas capilares que existem além da química. Tudo é contabilizado agregando mais danos ao fio. Quando esse tempo for respeitado a ponto de ser aquele tempo viável de tratamento então tudo passa a dar certo.

Química Capilar – Descoloração

A descoloração é o procedimento que mais danifica a estrutura do fio. Ao contrário de qualquer outra ela remove, com o pigmento, todos os nutrientes do cabelo. Isso é um problema visto que o fio sem nutrientes é um fio oco e sem estrutura.

A pausa de três meses para mechas “pode” ser favorável, se, nesse tempo reconstruir e encorpar o fio de maneira a deixa-lo mais resistente.

Isso quando é a primeira descoloração, porque nas seguintes, que for aumentando a quantidade de mechas e acabar pegando os mesmos fios já descoloridos, o cabelo vai precisar de um tempo maior para o aumento de mechas.

O tempo de 4 meses é o correto. Ou então, começar a retocar somente a raiz, e preservar o cabelo do comprimento, evitando a quebra de fios por procedimentos excessivos.

Química Capilar – Coloração

A coloração pode acabar sendo o principal motivo de quebra de cabelos ultimamente. E o maior problema esta nas superclareadoras que acabam danificando a fibra capilar pela sua força de abertura de tom.

O problema só é maior porque a maioria das mulheres que utilizam superclareadoras, normalmente usam oxidantes de alta volumagem, como 40 volumes, e fazem isso mês a mês.

O fato de utilizar a coloração mês a mês vai trazendo problemas ao fio gradativamente, sem pausa de tratamento. Muitas meninas fazem isso para evitar a descoloração, justamente por saber que esse procedimento é muito agressivo.

O que não preveem é que da mesma forma a coloração pode quebrar o cabelo visto a quantidade de amônia utilizada mensalmente.

Se não é possível uma pausa maior, é necessária uma alternativa mais branda. Tudo deve ser pensado para preservar o cabelo de danos tão profundos, quanto a quebra.

Por exemplo, banho de brilho, tonalizantes e raiz mais escura tonalizada. Esses procedimentos podem ser uma opção para que a pintura alcance pelo menos dois meses de retoque no cabelo todo. E também uma pausa maior de tratamento e reestruturamento do fio.

Química Capilar – Progressiva

A progressiva vira um problema quando o resultado da primeira aplicação não é o esperado. Com certeza esse é o maior problema de todos e o que faz muitas meninas retocarem a progressiva no cabelo todo quase que mensalmente.

Acontece que na maioria dos salões o acido glioxilico é o mais utilizado, seja em botox, selagem ou qualquer outra nomenclatura que deem para esse procedimento. O que acontece é uma compactação do fio seguidas vezes, tornando-o cada vez mais compacto, fino e assim mais frágil quando o efeito já não for o mesmo.

A pausa mínima para uma progressiva é de 3 meses, deixando o seu cabelo liso ou não deve manter essa pausa entre um procedimento e outro.

Química Capilar – Alisamento Definitivo

É preciso aprender a diferenciar a progressiva do alisamento definitivo. O alisamento alcança uma redução de volume imediata, porém, não é para todos os cabelos. Especialmente os muito crespos não passam por esse procedimento logo de cara.

O problema pra quem faz o alisamento de Tio não é o mesmo de quem faz progressiva, pense que uma química é alcalina e a outra é ácida.

Chamado de química limpa, os alisamentos definitivos tem ação efetiva nos cabelos que são aplicados. Mas exatamente naqueles indicados e aptos a passarem pelo procedimento. Assim, seguindo os indicadores da química, o efeito é duradouro. Porém, existe várias restrições depois do uso de alisamentos, como por exemplo as colorações que não podem ter volumagens altas.

O alisamento definitivo dura mas não é milagroso, e precisa de diagnóstico pra qualquer coisa feita após ou mesmo antes do procedimento.

Cuidados pra Refazer a Química

O segredo para a química da certo é o tempo de pausa. Saber como manter o cabelo mais liso com tratamentos será de fato mais valioso do que qualquer outra coisa que queira fazer sem o consentimento do seu profissional. A química pode ser perigosa se não seguida a risca seus cuidados, pausa e compatibilidades.

 

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Lucy Viana

Lucy Viana, Blogueira, apaixonada por cabelos! Editora de conteúdo - SEO - Tecnóloga em marketing - Campinas / Brasil - www.produtinhosnocabelo.com.br

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