Alergias de Verão

Já falei várias vezes por aqui do quanto sou alérgica. Sofro com o calor, sofro com a poeira, sofro com pelos de animais, sofro com a umidade… Sofro, sofro e sofro de alergia, assim como muitas de vocês. E no verão a coisa piora!

É comum, inclusive, a gente ter alergias que nunca teve na vida, como a que eu tive ontem, a uma pulseira comprada na praia. Não sei exatamente o que aconteceu, mas a região começou a ficar irritada, com pequenas bolhas e aí, rapidinho, a pele parecia que estava queimando, sabe? Um horror! Já fiquei assim com algumas coisas de prata, que mancham a minha pele (alguém explica?), mas com pulseira de palha de coco foi a primeira vez.

O certo é que mesmo as bijus que a gente sempre usou também podem causar alergias, assim como os tecidos, sobretudo se a transpiração aumentar, pois o suor acaba diluindo as partículas de algumas substâncias e potencializando a absorção desses pelo organismo.

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Falando em suor, vale lembrar das brotoejas, que já falei por aqui. Não, a brotoeja não é uma alergia, apesar de parecer sim com uma reação alérgica, mas vale ser lembrada porque acontece muito no verão, tanto com crianças, as maiores vítimas, como com adultos e idosos.

O calor, aliás, potencializa todas as minhas alergias, por mais louco que isso pareça, porque, por exemplo, consigo conviver o ano todo com Ozzynho grudado em mim mesmo tendo alergia a pelo de animal, mas nos dias muito quentes, em que estou transpirando muito, nem deixo ele chegar perto, porque “empolo” toda.

Uma alergia que pouca gente deve ter ouvido falar, mas que me ataca no verão, é de chuva! Juro que água de chuva de verão deixa minha pele cheia de placas, coçando e vermelha. Já falo sobre isso, mas em outro post, porque é super engraçado e é um tema pouco discutido.

Outra coisa que vale lembrar, é que a alergia não surge no primeiro contato, então a gente pode desenvolver alergia por qualquer coisa, mesmo que já esteja acostumado a isso, já que primeiro o organismo “identifica as substâncias” e só depois, dependendo do nível de tolerância do organismo e da exposição ao agente alergênico, aciona os mecanismos de defesa.

Alguns exames, como o de sangue, por exemplo, conseguem identificar sensibilidade a alimentos, substâncias e remédios, mas, em alguns casos, apesar de o exame detectar a sensibilidade, a pessoa não apresenta nenhuma reação ao consumir ou entrar em contato com o possível agente sensibilizante.

Em todo caso, para evitar riscos desnecessários, o ideal é evitar contato com os agentes potencialmente alérgicos.

Alergias Alimentares

Apesar de não serem exclusivas do verão, as alergias alimentares tendem a “atacar” com mais força nessa estação, mas podem também ser confundidas com os sintomas causados pela ingestão de alimentos contaminados.

Mesmo que a ingestão de alimentos contaminados não cause, em alguns casos, infecção bacteriana, sobretudo quando o alimento for frito ou cozido, o que mata as bactérias, a alta temperatura não age sobre as toxinas que são liberadas pelas bactérias, e são elas que causam alguns sintomas que se assemelham às alergias. Por isso, cuidado com a ingestão de alimento na rua, já que não se sabe se ele foi lavado corretamente, se foi conservado na temperatura ideal ou se houve exposição a ativos tóxicos ou coisas similares.

Beijos

Ju Lopes

 

Alergias de Verão
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Kalina Amaro

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